 |
|
| |
15/03/2010 16:34 Café: Exportações do verde crescem em receita e cai em volume A receita cambial com exportação de café verde apresentou elevação de 10,90% no primeiro bimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado. O faturamento alcançou US$ 646,689 milhões, ante US$ 583,118 milhões. O volume embarcado no período teve queda de 4,73%, para 250.129 toneladas ante 262.544 t no primeiro bimestre de 2009, de acordo com informações o Ministério da Agricultura.
O preço médio de exportação teve elevação de 16,41% no período, de US$ 2.221/t para US$ 2.585/t. Entre os 15 principais destinos do café verde brasileiro no acumulado de janeiro e fevereiro de 2010, a receita apresentou queda expressiva, em termos porcentuais, para França (-22,85%), Espanha (-19,51%), Canadá (-16,97%) e Finlândia (-15,57%).
Em contrapartida, aumentou expressivamente a receita para Rússia (240,65%), Estados Unidos (31,04%) e Grécia (21,04%).
O principal comprador de café verde brasileiro no bimestre, em volume, foi a Alemanha, que apresentou queda de 3,20% ante 2009. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (aumento de 7,61%).
Entre os principais compradores, cresceu expressivamente o volume embarcado para Rússia (169,15%). Em termos porcentuais, houve retração no volume vendido para Finlândia (32,52%), França (31,71%) e Espanha (-31,70%). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
15/03/2010 16:32 Café: Exportações de solúvel cresceram 7% no primeiro bimestre Já a receita cambial com exportação de café solúvel apresentou elevação de 6,94% no primeiro bimestre. Os industriais faturaram US$ 71,586 milhões, em comparação com US$ 66,940 milhões entre janeiro e fevereiro de 2009, diz o Mapa.
O País exportou no período 10.354 toneladas, com aumento de 12,51% em relação a 2009 (9.203 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.914/t, ante US$ 7.274/t em 2009, representando queda de 4,95%.
Segundo o relatório, a Rússia foi o principal do destino do café processado brasileiro no primeiro bimestre de 2010, com elevação de 171,27% em termos de receita sobre 2009. Também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Chile (450,85%), Bélgica (39,94%), Mianmar (31,64%) e Reino Unido (31,21%).
Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, oito tiveram redução em receita cambial. O desempenho foi negativo principalmente para Canadá (56,89%), Cingapura (-29,47%), Indonésia (-17,50%) e Estados Unidos (-16,69%). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
15/03/2010 16:30 Café: Exportações de torrado e moído crescem 170% no bimestre A receita cambial com exportação de café torrado e moído apresentou elevação de 169,84% no primeiro bimestre de 2010. Os industriais faturaram US$ 3,972 milhões, em comparação com US$ 1,472 milhão em janeiro a fevereiro de 2009, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
O País exportou no período 739 toneladas, com aumento de 137,62% em relação ao ano anterior (311 t). O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 5.375/t, ante US$ 4.733/t, representando alta de 137,62%.
Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal destino do café processado brasileiro, com forte crescimento de 336,17%, em termos de receita. O segundo principal mercado foi a Itália (+7,81%). A Suécia é o terceiro principal mercado, seguida da Turquia. O crescimento da receita no período ocorreu expressivamente com Japão (250%). Em compensação, houve queda na receita com Argentina (-4,14%) e Uruguai (-5,26%). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
10/03/2010 19:57 Educação: Estão abertas inscrições do MBA Agro da FGV no Brasil A Fundação Getulio Vargas, uma das melhores organizações educacionais do país, segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), abriu suas inscrições para o MBA em Gestão Estratégica do Agronegócio com cursos em todo o país com início marcado a partir de março de 2010.
O objetivo do curso é capacitar o participante para o uso de ferramentas empresariais modernas de planejamento, organização, direção e avaliação aplicadas ao agronegócio, contribuindo para a formação de um profissional multidisciplinar capaz de integrar equipes de alto desempenho.
Segundo a FGV, o MBA ajuda a identificar ameaças ao posicionamento mercadológico da empresa, elaborar planos de marketing, estruturar e gerir uma unidade de inteligência de negócios; desenhar modelos de investimentos adequados ao mercado, além de elaborar documentos de gestão ou para captação de recursos por intermédio de Planos de Negócio.
O curso de MBA em gestão estratégica no agronegócio é adaptado a cada região do Brasil como exemplo, o de Ribeirão Preto com ênfase no mercado sucroalcooleiro.
Veja que algumas datas de iníco dos MBA´s já foram lançadas:
São Paulo (SP) – 27/03/10
Passo Fundo (RS) – 09/04/10
Cascavel (PR) – 09/04/10
Santa Rosa (RS) – 23/04/10
Ribeirão Preto (SP) (com ênfase no Setor Sucroalcooleiro) – 22/05/10
Mais informações clique aqui: MBA FGV Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
10/03/2010 19:48 Café: Exportações brasileiras caem 15% em fevereiro, diz Cecafé As exportações brasileiras de café no mês de fevereiro foram de 2.228.371 sacas, para uma receita de US$ 361 milhões. Os números do balanço do segundo mês do ano foram divulgados pelo Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), que apontou decréscimo de 15% no volume vendido em relação ao mesmo período em 2009 (2.624.655 sacas). Na receita, entretanto, o balanço aponta ganho de 1,1% em relação a fevereiro do ano passado (US$ 357 milhões).
Ao analisar a performance do período devem ser levados em conta alguns aspectos: devido à bianualidade da cultura (o ano-safra se encerra em junho), o volume produzido no país foi menor.
O balanço do Cecafé também inclui a participação percentual por qualidade nos volumes de café comercializados. Em fevereiro, o arábica respondeu por 89% de tudo o que foi vendido, enquanto o solúvel ficou com 10%, e o robusta com 1%.
No acumulado dos últimos doze meses, o país já comercializou 30.099.092 sacas de café, correspondentes a uma receita de US$ 4.334.020.
Os maiores compradores do produto nacional continuam sendo a Alemanha, com 979.624 sacas de café (contra 939.553 no mesmo período do ano passado), os Estados Unidos, com 796.014 sacas (contra 763.461 em 2009), a Itália com 476.638 (com queda em relação a 2009, quando comprou 560.408 sacas) e da mesma forma em relação ao Japão, com 340.492 sacas (que em 2009 comprou 387.564 sacas no período).
O quinto mercado comprador é a Bélgica, que apresentou uma queda de quase 28% nas compras (402.784 sacas em 2009, contra 290.025 este ano).
Sexta colocada no ranking dos maiores compradores do café brasileiro, a Rússia adquiriu entre janeiro e fevereiro 142.255 sacas do produto, um aumento de 203,74% em relação a 2009 (46.835 entre janeiro e fevereiro)
Os principais portos de embarque foram Santos, com uma participação de 75,8% no volume embarcado (3.573.914 sacas), Vitória, com 11,9% (562.786), e o Rio de Janeiro, com 9,8% (463.902). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
10/03/2010 10:40 Agro: Exportações do Brasil sobem 20,6% em fevereiro As exportações do agronegócio brasileiro subiram 20,6 por cento em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, para 4,4 bilhões de dólares, informou à Reuters nesta quarta-feira o Ministério da Agricultura.
De acordo com comunicado do ministério, carne de frango, carne bovina, açúcar e farelo de soja foram os itens que mais contribuíram para a alta, e o superávit da balança comercial alcançou 3,4 bilhões de dólares. Em janeiro, as exportações haviam recuado 1,8 por cento.
"O mês de fevereiro marca o início de uma recuperação das vendas externas do agronegócio, com a maioria dos grupos de produtos apresentando taxas de crescimento positivas, depois de vários meses de queda com retração do valor exportado em 10 por cento no ano de 2009", disse o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio, Eduardo Sampaio.
O ministério destacou o crescimento da receita da carne bovina in natura de 42,6 por cento no período (de 186 milhões para 265 milhões de dólares). No total, as exportações de carnes bovina, suína e de frango aumentaram 24,5 por cento, passando de 781 milhões de dólares em fevereiro de 2009 para 973 milhões no mês passado.
Já o farelo de soja apresentou alta de 39 por cento no valor exportado, sendo o item mais importante na composição do desempenho do complexo da oleaginosa, que aumentou 17,4 por cento, totalizando 582 milhões de dólares.
O complexo sucroalcooleiro teve alta de 47,8 por cento na receita exportada no mês passado em relação ao mesmo período de 2009, atingindo 729 milhões de dólares. O valor dos embarques de açúcar cresceu 50,9 por cento e do etanol, 22 por cento.
As exportações no período subiram para a maioria dos blocos econômicos e regiões com destaque para Europa Oriental (76,3 por cento), Oriente Médio (40,1 por cento) e Ásia (32,8 por cento). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
09/03/2010 15:27 Café: IBGE estima safra de 46,4 milhões de sacas Sempre atento aos números do setor cafeeiro, nosso leitor Eduardo Toledo nos enviou o seguinte comentário:
"Hoje saiu o numero do IBGE para a próxima safra de café, 46,4 milhões de sacas, esse numero certamente não vai ser levado a sério tanto pelo exportador brasileiro como pelo torrador estrangeiro, pois o numero deles é de 60 milhões de sacas.
Eu acho, pelo que eu ouço, que ambos estão errados nas previsões, mas essas posições extremas só tumultuam o mercado e atrapalham a cabeça dos produtores na tomada de decisão na hora da comercialização de sua safra.
Há quantos anos ouvimos que o estoque brasileiro vai acabar e nossas exportações e o consumo interno só aumentam? E continuamos vendendo café, e freqüentemente com preços piores a cada ano.
Já passou da hora de termos números confiáveis, o único que não é contestado é o da exportação, os outros sempre deixam duvidas, principalmente os relativos à quantidade colhida, que apresentam diferenças muito desproporcionais, a diferença do numero da lavoura e o do comercio para a próxima colheita, é maior que a safra da Colômbia ......
A falta de confiabilidade nos números desestabiliza o mercado.
Vínhamos com o mercado em alta até o fim do ano passado, para os cafés de bebida dura em função do estrago que as chuvas que caíram no período da colheita de 2009 provocaram e do programa de opções da CONAB que retirou do mercado esses cafés de boa bebida, tanto que muita gente preferiu não entregar o café para o governo achando que conseguiria o mesmo preço no mercado físico.
Começou janeiro e o mercado esfriou tanto nos preços como na quantidade de negócios, e o que se ouvia dos compradores, era que não precisava ter pressa para comprar pois estávamos a 90 dias da colheita de uma safra recorde de 60 milhões de sacas.
Eu acho que nem vamos colher tudo isso, e não estávamos a 90 dias de ter café de safra nova, mas quem pode refutar essas notícias, o produtor?
Será que ele não vai falar que vamos colher 45 milhões de sacas e novamente teremos problema de qualidade em função das inúmeras floradas, ou se for o comprador, que falara em 60 milhões de sacas e que os países consumidores estão bastante estocados .
Na minha opinião se a gente exporta 30 milhões de sacas e consome 19 milhões, (precisamos de 50 milhões de média bi anual, o que não é fácil) não vamos conseguir repor os estoques, o que deixaria o mercado muito nervoso quanto a possibilidade de um problema climático, mas pela falta de uma política para o café, o mercado fica largado, esperando o começo da colheita que pela falta de dinheiro vai obrigar muita gente vender logo para continuar colhendo, e quando muitos já estiverem com pouco café guardado o mercado sobe", concluiu Toledo.
Nota Agro Blog Brasil:
Concordo com Toledo quando diz que não temos uma política cafeeira definida. Temos uma política para salvar bancos e não os interesses dos cafeicultores. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
09/03/2010 11:52 Grãos: Safra brasileira aumentou pra 143,95 milhões de toneladas A safra de grãos 2009/10, divulgada, nesta terça-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é estimada em 143,95 milhões de toneladas. O resultado do sexto levantamento do ano continua como o segundo melhor da história e 6,5% superior às 135,13 milhões de toneladas da última temporada. Está, ainda, 0,6% acima da divulgada no mês passado (143,09 milhões de toneladas). O recorde da produção foi do ciclo 2007/08, que chegou a 144,1 milhões de toneladas, informou o Ministério da Agricultura.
Boa produtividade e estabilidade das chuvas nas áreas de maior produção são as responsáveis pela melhor avaliação desta edição. A soja foi beneficiada pelo clima e deve alcançar 67,57 milhões de toneladas, 18,2% ou 10,40 milhões de toneladas a mais que o período anterior, de 57,16 milhões de toneladas.
A colheita nos estados de maior produção, como Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul, já supera os 50%. O milho segunda safra também registra aumento, graças ao crescimento da produtividade de 9,7%. No total, o milho cresceu 0,7%, com 379 mil toneladas a mais que a safra passada.
Outras culturas também ganharam com o clima. O feijão primeira safra teve aumento de 10,6% e produção de 142,1 mil toneladas e o algodão cresceu 2,1%, o equivalente a 40 mil toneladas.
Área plantada
A área total plantada é de 47,65 milhões de hectares, inferior 19,3 mil hectares à anterior. A soja e o feijão primeira safra tiveram aumento de área, ao contrário de outras culturas como o algodão (-25,6 mil hectares), o arroz (- 113,9 mil hectares), o milho primeira safra (-1,11 milhão hectares) e o milho segunda safra (-164,2 mil hectares).
Para reajustar os números, os técnicos da Conab conversaram com representantes de cooperativas e sindicatos rurais, órgãos públicos e privados, no período de 22 a 26 de fevereiro. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
09/03/2010 11:50 Pecuária: Exportação brasileira de gado em pé cresce 15% em fevereiro Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações brasileiras de gado em pé voltaram a crescer em fevereiro de 2010, segundo informou a Scot Consultoria.
No último mês foram embarcadas cerca de 44,7 mil cabeças, um crescimento de 15% comparado a janeiro.
Em relação ao mesmo período do ano passado, o volume atual é 107% maior.
O Pará continua se destacando nesse comércio. Em 2010, todo o volume exportado até o momento teve como origem o Estado da região norte.
A Venezuela, por sua vez, continua sendo o principal comprador dessa commodity brasileira. O País sul-americano importou 38,9 mil animais vivos, ou seja, 87% do total exportado no mês.
No entanto, é preciso destacar também a volta do Líbano ao mercado, depois de passar janeiro sem negociar. Em fevereiro, cerca de 6 mil animais foram enviados para aquele País, o maior volume desde setembro de 2009. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
06/03/2010 13:07 Carne suína: Exportações frustam expectativas e caem em fevereiro As exportações de carne suína do mês de fevereiro totalizaram 36,30 mil toneladas e uma receita de US$ 83,81 milhões, uma queda de 21,08% em volume e de 10,58% em valor, em relação a fevereiro de 2009. Mesmo com a redução apresentada, Pedro de Camargo Neto, presidente da ABIPECS – Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína -, continua mantendo a estimativa de pequeno crescimento das exportações em 2010. Ele acredita em uma rápida recuperação dos embarques.
No acumulado do ano, as vendas externas de carne suína também registraram redução em volume, de 10,07%, e crescimento em valor, de 3,06%. Em janeiro e fevereiro deste ano, as exportações somaram 75,36 mil t e US$ 174,27 milhões. Já nos dois primeiros meses de 2009, as exportações de carne suína atingiram 83,79 mil t e US$ 169,09 milhões.
Houve uma redução considerável nos embarques para os dois principais destinos, Rússia e Hong Kong, tanto em fevereiro, na comparação com fevereiro de 2009, como no acumulado do ano.
Para a Rússia, o maior cliente brasileiro, os embarques em fevereiro tiveram queda acentuada de 51,60% em volume (11,93 mil t) e de 39,13% em valor (US$ 31,42 milhões), em relação a igual período de 2009.
Em fevereiro do ano passado, as exportações para a Rússia somaram 24,65 mil toneladas e US$ 51,62 milhões. Felizmente, segundo a ABIPECS, houve recuperação das vendas para a Rússia no fim do mês, sinalizando boas perspectivas para março. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
06/03/2010 13:03 Cana: Produção mineira irá crescer 75% até 2020 A produção de cana-de-açúcar em Minas Gerais irá crescer 75% até o ano de 2020. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (4) pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Segundo o estudo, Minas irá produzir 98,1 milhões de toneladas na safra 2019/2020, consolidando sua posição de segundo maior produtor do país. Na safra 2009/2010, Minas Gerais produziu 56 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.
O crescimento do Estado nos próximos 10 anos será o maior entre os principais estados produtores de cana-de-açúcar que foram pesquisados.
Os canaviais, que na safra passada ocuparam 679 mil hectares em Minas Gerais, terão uma área de 1,12 milhão em 2020. Um crescimento de 64,7%. “O Estado vem apresentando um forte crescimento na produção de cana nos últimos anos”, explica o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, João Ricardo Albanez.
Segundo Albanez, de 2003 a 2009, a produção mineira já cresceu 180%. Com isso, Minas Gerais passou de terceiro, para segundo maior produtor nacional de cana-de-açúcar, ultrapassando o Paraná e ficando atrás apenas do estado de São Paulo. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
05/03/2010 15:11 Café: Exportações de Uganda caíram 18% na temporada As exportações de café de Uganda na temporada 2009/10 (outubro a setembro) caíram 18% na comparação anual, afetadas pela seca do ano passado nas lavouras das regiões leste e central do país, informou nesta quinta-feira (04) a Autoridade de Desenvolvimento de Café (UCDA, na sigla em inglês).
Um total de 264.373 sacas de 60 quilos cada foram embarcadas em fevereiro, contra 321.355 sacas exportadas no mesmo período da última temporada, acrescentou a UCDA em um relatório. Contudo, o volume ficou acima da estimativa inicial de 250 mil sacas por conta de um aumento na oferta de grãos. "Fevereiro foi o pico da principal colheita, houve uma melhora nas entregas de café das regiões leste e central", disse Kizito Myanja, principal analista de mercado da UCDA.
As regiões leste e central do país enfrentaram uma estiagem nos cinco primeiros meses de 2009, o que reduziu a produtividade das lavouras. Segundo o Ministério de Água e do Meio Ambiente, as áreas produtoras estão passando por padrões climáticos desafiadores. Atualmente, a parte leste de Uganda está registrando chuvas acima do normal, que causaram deslizamentos letais no começo desta semana.
A UCDA reduziu a estimativa da safra 2009/10 para 3,1 milhões de sacas, contra previsão anterior de 3,4 milhões de sacas, devido à seca. Na última temporada, o país produziu 3,06 milhões de sacas de café. A variedade robusta contabiliza até 85% da produção nacional total. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
05/03/2010 14:48 Café: Illycaffè montará uma subsidiária no Brasil A torrefadora italiana illycaffè vai montar uma subsidiária no Brasil, a partir de junho deste ano. "Decidimos abrir nossa própria estrutura porque o País é promissor, graças ao desenvolvimento da economia", informa o presidente da empresa, Andrea Illy. Segundo ele, a torrefadora tem por conduta instalar filiais apenas em casos raros, em mercados estratégicos, informou o Cafe Point.
"O Brasil é importante porque é o maior produtor e exportador de café e, em breve, será o maior consumidor de café do mundo", superando os Estados Unidos, esclarece. A illycaffè tem subsidiárias em Nova York e pequenas estruturas espalhadas por diversos países da Europa.
A expectativa é de que as vendas dos produtos da illycaffè possam dobrar na América Latina, no médio prazo. Atualmente, o continente corresponde a 3% das vendas totais da empresa no mundo.
O presidente da companhia acrescenta que a illycaffè Sud America, como será chamada a filial, terá uma rede de vendas própria, localizada na cidade de São Paulo. O foco será a distribuição por meio de hotéis, restaurantes e cafeterias, além do consumo em residências e escritórios e o comércio eletrônico.
Andre Illy informa que a subsidiária vai possibilitar, ainda, "a importação de produtos de outras companhias do grupo familiar", como chocolates de alta qualidade da Domori; chás da casa francesa Dammann Frères e os vinhos da vinícola Mastrojanni.
O diretor da filial será o italiano Federico di Franco, que vive no Brasil. A irmã de Andrea, Anna Illy, também está fixando residência no País, para dar suporte ao empreendimento.
Quanto à instalação de novas cafeterias da marca Espressamente illy no Brasil (atualmente só existe uma loja em experiência no shopping Cidade Jardim), Andrea Illy diz que, com a nova estrutura, "pode ser que seja encontrado um grupo de empreendedores com capacidade de investimento, em projeto de franquia." Por enquanto, a fase ainda é de testes, com avaliação de reação do consumidor, margens, custos, entre outras variáveis. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
04/03/2010 16:07 Carnes: Brasil deverá suprir mercado mundial em 44,5% até 2020 A produção nacional de carnes deverá suprir, até 2020, 44,5% do mercado mundial, segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), relativas a cenários de produção, participação no mercado mundial, exportação e consumo de produtos agropecuários.
A pesquisa realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) mostra ainda que, em 2010, a participação do Brasil nas exportações mundiais de carne bovina, suína e de frango será de 37,4 %.
Haverá expressiva mudança de posição do Pais no mercado internacional. A relação entre as exportações brasileiras e o comércio mundial mostra que, em 2019/2020, as vendas de carne bovina representarão 30,3% do mercado, contra os 25% atuais.
A participação da carne suína passará de 12,4%, em 2009/2010, para 14,2%, em 2019/20. A carne de frango terá 48,1%, das exportações mundiais. Atualmente, o percentual é 41,4%. Os resultados indicam que o Brasil continuará a manter posição de primeiro exportador mundial de carnes bovina e de frango.
A carne bovina, um dos principais itens na pauta exportadora do Brasil, ficou com patamar inferior em comparação aos estudos anteriores. O coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques, explica que a crise financeira internacional, em setembro de 2008, impactou as exportações, refletindo na dinâmica do produto.
De acordo com Gasques, até 2020, o agronegócio brasileiro sofrerá dupla pressão. “Haverá aumento do consumo interno, por conta do crescimento da renda, e grande demanda do mercado mundial”, comenta.
Embarques - Os embarques de etanol têm estimativa de crescimento de 222,9%, passando de 4,6 bilhões de litros, na safra 2008/2009, para 15,1 bilhões de litros, no período 2019/2020. Também devem apresentar expressivo aumento nas exportações de algodão (91,6%), leite (84,3%), carne bovina (82,8%), milho (80,3%), carne de frango (71,5%) e óleo de soja (52,8 %). Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
04/03/2010 16:05 Agro: Produção nacional de milho deve dobrar até 2020, diz Mapa A produção mato-grossense de milho e soja deverá crescer, até 2020, 94,3% e 55,6%, respectivamente. As projeções são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e fazem parte de pesquisa realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) que aponta cenários de produção, participação no mercado mundial e dados regionais de 23 produtos da pauta agropecuária do País.
Na safra 2008/2009, o cultivo de milho em Mato Grosso era de 8, 08 milhões de toneladas e passará, em 2019/2020, para 17,7 milhões de toneladas. A soja, por sua vez, sairá de 17,9 milhões de toneladas para 27, 9 milhões de toneladas.
A área de soja em Mato Grosso deverá ocupar mais 2,46 milhões de hectares, quase metade da expansão do cultivo da commodity no Brasil, que deverá crescer cinco milhões de hectares em 10 anos.
O coordenador da pesquisa, José Garcia Gasques, explica que os motivos desse desenvolvimento no estado serão as novas áreas e a introdução da soja em superfícies de pastagens degradadas. No Paraná, a soja deve ganhar aproximadamente um milhão de hectares e o Rio Grande do Sul deve manter a área quase inalterada.
Milho
No Paraná, a produção de milho indica possível incremento de 50,2%. Em 2008/2009 o resultado foi de 11,1 milhões de toneladas e as projeções indicam que passará a 16,7 milhões, na safra 2019/2020.
De acordo com as estimativas, o crescimento da área no estado sulista será de 17%, saindo de 2,78 milhões hectares para 3,25 milhões. Minas Gerais deve registrar aumento de 32,9% na quantidade produzida, passando de 6,45 milhões de toneladas para 8,57 milhões. A produção mineira, no entanto, terá a área reduzida em 7%, caindo de 1,28 milhão para 1,18 milhão.
Cana-de-açúcar
As projeções para 2020 mostram que o estado de São Paulo deverá expandir a produção de cana-de-açúcar em 50,3%, passando de 400,5 milhões de toneladas em 2008/09 para 602 milhões em 2019/2020. Por sua vez, a área com cana nesse estado deve expandir-se em 46%: deverá passar de 4,7 milhões de hectares em 2008/2009 para 6,8 milhões em 2019/2020.
Destaque para a cana-de-açúcar, que vem crescendo em estados sem tradição no cultivo, como Paraná, Mato Grosso e Minas Gerais. Esse último deve registrar incremento de 75% na cultura, passando de 56 milhões de toneladas, obtidas na safra 2008/2009, para 98,15 milhões, em 2019/2020.
As projeções regionais para produção e área plantada indicam as tendências nas principais regiões agrícolas. Foram analisados o arroz no Rio Grande do Sul; milho em Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais; soja em Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná; trigo, no Paraná e Rio Grande do Sul; e cana-de-açúcar em São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Arnaldo de Sousa | Comentários (0)
/BlogInicioPost?>
|
|