Arnaldo de Sousa


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Consultoria e
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Agronegócios

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21/08/2008 11:45
Pecuária: Criar bezerro é mais vantajoso ao pecuarista, diz Cepea
No final de 2003 e início de 2004, a pecuária brasileira caminhava para se consolidar como líder mundial. Naquele período, os problemas sanitários ocorridos na Europa e nos Estados Unidos, causados principalmente pela doença da vaca louca, abriram a possibilidade de o Brasil se firmar como um grande player do mercado de carne bovina. Produtores tinham a expectativa de melhores remunerações e, a indústria, de ampliação considerável das vendas. Apesar disso, a arroba só começou a se valorizar em meados de 2007. O bezerro, depois de se manter relativamente estável por anos, assumiu já no início de 2007 franca recuperação que chama a atenção até agora, meados de 2008.
A relação de troca de arroba por bezerro só tem piorado desde 2004. Em 2008, alguns agentes do mercado concluem que a terminação dos animais já pode ser vista como um negócio menos vantajoso do que a cria, a cria-recria e também que o ciclo completo. Pesquisas realizadas pelo Cepea, em parceria com a CNA, de fato, confirmam que a que recria-engorda não é o sistema mais vantajoso há algum tempo. Os que defendiam esta idéia estavam, portanto, repetindo mais um falso consenso da pecuária. O gráfico 2 mostra que em nenhum momento desde 2004 o pecuarista recriador obteve melhor retorno do que o criador para cada Real investido anualmente na produção.
Para que a recria-engorda tivesse o mesmo retorno (RR) que o ciclo completo, apontado como o de melhor resultado, neste ano – dados de 2008, mantendo-se estável a estrutura de custos –, a arroba teria de valorizar 79% sobre a média de maio – R$ 70,00/arroba na média dos 11 estados -, ou seja, teria de chegar a R$ 125,3.
Não é através dos preços recebidos que o pecuarista de recria-engorda vai obter o RR maior que o obtido por produtores de outros sistemas. O caminho parece ser o aumento da produtividade - taxa de lotação, desfrute, etc. Para fazendas que mantêm vacas, esse ganho tende a ser mais difícil, tendo em vista que são mais complexas.
Essa análise é feita com base em dados médios de propriedades pecuárias típicas, nas quais o índice de produtividade da recria-engorda tem muito a melhorar.
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20/08/2008 21:02
Café: Alta internacional sustenta preços internos
Nessa terça-feira, 19, os contratos futuros de arábica que vencem em setembro reagiram 220 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures), tendo como última cotação 136,15 centavos de dólar por libra-peso, segundo informações do Cepea.
Essa alta internacional sustentou os preços no físico brasileiro, mas as comercializações efetivadas ainda foram pouco significativas. Nessa terça-feira, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor fechou a R$ 247,62/sc de 60 kg, aumento de 1,2% sobre o dia anterior.
Diante dos grãos menores nesta safra (seca no segundo semestre do ano passado – período de floradas), parte dos cafeicultores que tinha vendido o grão antecipadamente (primeiro trimestre deste ano) tem obtido o café de melhor qualidade de outros produtores, ainda que de forma restrita, no intuito de completar os lotes necessários para o cumprimento das entregas ou mesmo fazer estoque. Muitos desses negócios antecipados correspondem a cafés de peneira maior.
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20/08/2008 19:50
Câmbio: Dólar recua 0,43% e fecha cotado a R$ 1,620
O dólar fechou em queda pela segunda sessão consecutiva nesta quarta-feira, com o mercado atento ao bom humor da Bolsa de Valores de São Paulo. A moeda norte-americana caiu 0,43%, a R$ 1,62. Foi a primeira vez no mês em que a divisa recuou por dois dias seguidos, mas ainda assim acumula alta de 3,65% frente ao real em agosto, segundo a Reuters.
"(A queda da sessão) é mais em função de fluxo (de entrada de recursos)... já estamos tendo um retorno do investidor para a bolsa, descolando do cenário lá de fora", disse Marcelo Voss, economista-chefe da corretora Liquidez, referindo-se à forte alta da Bovespa.
O fluxo cambial na primeira quinzena de agosto ficou positivo em US$ 3,749 bilhões. Em todo o mês de julho, o fluxo havia sido negativo em US$ 2,494 bilhões.
Os números mostram que, apesar das fortes quedas da bolsa nos últimos dias, "parte do dinheiro ficou no país em renda fixa", acrescentou o gerente.
No meio da sessão, o BC realizou um leilão de compra de dólares no mercado à vista. A autoridade monetária definiu taxa de corte a R$ 1,6215 e aceitou, segundo operadores, ao menos três propostas.
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20/08/2008 19:48
Energia: Petróleo WTI sobe 0,39% e fecha cotado a US$ 114,98 o barril
Os futuros do petróleo negociados nos Estados Unidos terminaram em alta nesta quarta-feira, com tensões geopolíticas, diante de uma potencial resposta da Rússia à instalação de um escudo antimíssil dos Estados Unidos na Polônia, disseram traders.
Além disso, uma grande queda nos estoques de gasolina nos EUA também adicionaram algum suporte.
Os futuros começaram em alta, chegaram a cair quase 3 dólares, por dados maiores que os esperados para os estoques de petróleo, e depois de se repuraram.
Na Nymex, o petróleo, no contrato setembro fechou com alta de US$ 0,45, ou 0,39%, fechando a US$ 114,98 dólares por barril, após ter sido negociado entre US$ 112,61 e US$ 117,03.
Londres
Em Londres, o contrato outubro do Brent fechou com alta de US$ 1,11, ou 0,98%, fechando a US$ 114,36 o barril, após ter sido negociado entre US$ 111,61 e US$ 115,59.
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20/08/2008 10:48
Café: Exportações de 1-19/08 atingem 862.245 sacas (- 15,4%)
As exportações brasileiras de café verde de 1-19 de agosto, atingiram volume de 862.245 sacas (- 15,4%) sobre julho, quando foram embarcadas 1,018 milhão de sacas. Do total embarcado, 747.393 sacas foram de café arábica e 114.852 sacas de conilon. Até o dia 19 de agosto foram emitidos 1,311 milhão de certificados de origem (+ 7,6%), sendo que 1.096.614 referentes ao arábica e 215.054 referentes ao conillon, segundo o Cecafé.
Acompanhe o movimento das exportações no Brasil em julho:

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20/08/2008 10:47
Boi gordo: Mercado físico segue recuado em São Paulo
O mercado físico do boi gordo na maior parte das regiões pecuárias seguiu com lentidão de negócios com a maior parte dos frigoríficos ainda atuando fora do mercado nesta terça-feira (19), mantendo o padrão da segunda e com isso, os preços estão recuando. Preços oscilam. No Mato Grosso, por exemplo, em Barra do Garças, os preços da arroba apresentaram alta, indo para R$ 84,00/@ (prazo para descontar o Funrural). Já em Cuiabá a arroba caiu para R$ 84,00 e no sudoeste do Estado a arroba caiu para R$ 82,00. Caiu também em Erechim (RS) com a arroba negociada em R$ 2,80/kg. Em São Paulo, a arroba foi negociada em R$ 91,00/@ (- R$ 1,00). Estável no restante do país.
“A estratégia dos frigoríficos apresentada é a mesma, aumentar um pouco os preços em algumas regiões para completar as escalas e encerrar as compras para evitar pressão altista nos preços, exercida pelos pecuaristas”, informou Lygia Pimentel, analista da Scot Consultoria.
Mercado futuro em queda
No mercado futuro, as cotações recuaram nesta terça-feira na BM&F com realização de lucros. O primeiro vencimento, agosto/08, caiu R$ 0,05, fechando a R$ 91,92/@. Já o setembro/08 fechou a R$ 89,59/@, queda de R$ 0,68. Os contratos com vencimento para outubro/08 fecharam em queda de R$ 1,07, fechando a R$ 91,60/@, com 5.939 contratos negociados e 33.837 contratos em aberto. O outubro/09 ficou em R$ 96,00/@. No total, foram negociados 11.657 contratos para 68.081 contratos em aberto. O volume financeiro foi de R$ 314 milhões.
Atacado estável - No atacado paulista, o dianteiro avulso e casado a R$ 4,80/kg, estável; Ponta de agulha charque (R$ 3,90/kg) e consumo a R$ 4,10/kg. O traseiro avulso e o casado foram negociados a 5,85/kg. O boi/vaca casada foram negociados em R$ 5,19/kg, estável.
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20/08/2008 10:46
Café NY: Fundos ainda operam tecnicamente na ausência de fundamentos
Os contratos futuros de café arábica negociados na Bolsa de Nova York (Ice Futures US) fecharam em nova alta nesta terça (19), ainda trabalhando no lado mais técnico. A queda de 10% na produção colombiana ajudou na alta do dia. Rolagens do setembro para o dezembro com 6.272 contratos indo para o dezembro, o que amplia para 92.095 contratos em aberto. Londres também fechou em alta, acompanhando as commodities. O índice CRB, segue o petróleo e fechou em alta, cotado a 388,51 cents (+ 416 pontos).
Petróleo – Na Nymex, petróleo, no contrato setembro subiu US$ 1,66, ou 1,47%, fechando a US$ 114,53, após ser negociado entre US$ 111,64 e US$ 116,65. As liquidações antes do vencimento do contrato na quarta-feira limitaram os ganhos do dia.
Meus amigos cafeicultores, mercado meramente técnico. O alento é que os fundos melhoraram o patamar, deixando aquela impressão de que o nível estaria mais baixo. O range de 132,90 cents e 137,70 cents melhorou o panorama no curto prazo. Após duas altas, não descarto uma realização nos próximos dias. Cautela não faz mal a ninguém.
No Sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa da safra nova está cotado a R$ 245,00 a saca de 60 kg. No Cerrado Mineiro, café novo com preço de R$ 245,00 para o bebida boa.
No mercado físico, os preços do café tipo 6, bebida dura para melhor, no Sul de Minas Gerais foram negociados entre R$ 250/R$260,00 a saca de 60 kg da safra corrente, em Varginha e Guaxupé. Em Santos os preços das ficaram entre R$ 255/R$265,00, estável. O café, na posição setembro/08, apresenta queda de 395 pontos em agosto. O dólar fechou a R$ 1,627, alta de 0,79%.
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19/08/2008 20:43
Câmbio: Dólar apresenta queda 0,79% e fecha cotado a R$ 1,627
O dólar fechou em baixa de quase 1% nesta terça-feira, anulando a alta do início da sessão por conta da volatilidade do mercado internacional de câmbio e da atuação de exportadores. A moeda norte-americana caiu 0,79%, para R$ 1,627. No começo do dia, o dólar chegou a ser cotado a R$ 1,649 -maior valor em cerca de dois meses, segundo a Reuters.
A cotação foi influenciada pelo comportamento do dólar no exterior. A moeda norte-americana começou o dia em alta diante das principais divisas, mas sentiu o baque no final da manhã de dados econômicos piores que o esperado e das preocupações com o setor financeiro.
Segundo analistas estrangeiros, os investidores aproveitaram a fraqueza do mercado em Nova York para realizar lucros, devolvendo parte da valorização acumulada pelo dólar nas últimas semanas.
Dados na página da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) mostravam que, perto do fim dos negócios, o volume de operações já superava US$ 5 bilhões -tornando a sessão uma das quatro mais movimentadas do mês.
Na última hora de negócios, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares, com uma proposta aceita e taxa de corte de R$ 1,6310, segundo um operador.
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19/08/2008 20:40
Energia: Petróleo sobe 1,47% e fecha cotado a US$ 114,53 o barril
Os preços do petróleo nos Estados Unidos fecharam em alta nesta terça-feira, quebrando uma sequência de três baixas consecutivas, com o dólar recuando, levando investidores a comprarem commodities.
Os preços do petróleo recuaram durante a sessão pressionados por um dólar mais forte e após a tempestade tropical passar sem causar danos às plataformas de petróleo no Golfo do México.
Na Nymex, petróleo, no contrato setembro subiu US$ 1,66, ou 1,47%, fechando a US$ 114,53, após ser negociado entre US$ 111,64 e US$ 116,65. As liquidações antes do vencimento do contrato na quarta-feira limitaram os ganhos do dia.
Londres
Em Londres, o contrato outubro do petróleo tipo Brent avançou US$ 1,31, ou 1,17%, fechando a US$ 113,25 por barril, sendo negociado entre US$ 110,70 e US$ 115,38.
Uma pesquisa da Reuters com analistas sobre os dados governamentais dos estoques prevê uma alta de 800 mil barris nas reservas domésticas de petróleo, e queda de 2,7 milhões de barris de gasolina.
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19/08/2008 10:12
Pecuária: IBAMA adia para semana que vem leilão do “boi pirata”
O leilão dos "bois piratas" apreendidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que estava marcado para amanhã foi adiado para a próxima semana. Atendendo a uma orientação do próprio Ibama, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou um edital informando que a oferta dos 3.046 animais será feita na próxima terça-feira (26), às 9h.
Essa será a quarta tentativa do governo de vender os bois, que foram apreendidos em junho na Estação Ecológica Terra do Meio, que fica em Altamira, no Pará. A região foi declarada de conservação em 2005 e, há um ano, a Justiça determinou a saída dos criadores de gado do local.
Após duas notificações para que o proprietário dos bois, Lourival Medrado Novaes dos Santos, da Fazenda Lourilândia, deixasse a área, o Ibama e a Polícia Federal apreenderam os animais.
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